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Portal do Amazoom completa 4 anos no ar com mais de 23 mil acessos

Site iniciou suas atividades com a cobertura da Assembleia Geral dos Povos Indígenas em 2018

Fonte: Divulgação

Com a marca de mais de 23,2 mil acessos, o Portal do Amazoom completa quatro anos no ar nesta quinta-feira (24). O site, lançado no dia 24 de fevereiro de 2018, iniciou suas atividades com a cobertura da 47ª Assembleia Geral dos Povos Indígenas de Roraima, um dos mais importantes eventos de deliberação política organizado pelo Movimento Indígena.


Desde então, a equipe do Amazoom tem trabalhado para se constituir enquanto uma rede de comunicação e pesquisa para o levantamento, sistematização, divulgação e democratização das informações acerca do patrimônio sociocultural e científico da região da Amazônia e Caribe.


"Apesar dos desafios de toda ordem que enfrentamos diariamente para a manutenção do projeto do Amazoom, é com muita alegria que a gente comemora o seu quarto ano no ar. O site é o produto principal do Amazoom e através dele temos conseguido a visibilidade necessária para diversas questões", explicou o Prof. Dr. Vilso Jr Santi, coordenador do Amazoom.


Ao longo dos quatros anos no ar, o Portal já acompanhou, produziu e publicou reportagens acerca dos mais diversos eventos políticos e culturais. Entre eles, destacam-se as matérias sobre as eleições gerais de 2018, as eleições municipais de 2020 e a cobertura do Grafita Roraima, considerado um dos maiores eventos de Arte Urbana da região Norte do país.


Além disso, o Amazoom acompanha diariamente pautas relacionadas ao Movimento dos Povos Indígenas, às arboviroses, à Covid-19 e também sobre os eventos científicos e acadêmicos na área das Ciências Humanas e Sociais.


Conforme Vilso Jr Santi, muito do trabalho realizado pelo Amazoom só é possível através da atuação de estudantes bolsistas e voluntários, bem como do apoio de organizações da sociedade civil, entidades e grupos de pesquisa que têm garantido a audiência do Portal.


"Ninguém consegue fazer nada sozinho. É esse apoio que nos possibilita integrar projetos nacionais e romper barreiras de isolamento do Norte. Sem o apoio contínuo e o acesso do público nesses últimos quatro anos, nós não teríamos metade do que temos hoje. Vamos seguir por aqui fazendo o que for preciso para seguir com nosso trabalho e, se possível, esperamos continuar recebendo todo esse carinho das pessoas pelos próximos cinco, seis ou dez anos", finalizou o coordenador do Amazoom.

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