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Pesquisadores do Amazoom participam de congresso internacional da RedeCT

No total, sete pesquisadores do Amazoom participam do evento promovido pela RedeCT

Pesquisadores da Unesp em missão junto à povos originários. Imagem: Acervo RedeCT

Pesquisadores do Amazoom participam entre os dias 9 e 12 de novembro do 2º Congresso Científico Internacional. O evento é promovido Rede Internacional de Pesquisadores sobre Povos Originários e Comunidades Tradicionais (RedeCT) a partir da Universidade Estadual Paulista (Unesp).


No congresso, o coordenador do Amazoom, Prof. Dr. Vilso Santi coordenará, em parceria com a Profª Dra Carine Prevedello, o Grupo de Trabalho (GT) “Comunicação e Povos Tradicionais” .


Além disso, Bryan Araújo e Nayla Brisoti, mestrandos em Comunicação na UFRR e na Unesp, respetivamente, ministrarão, em parceria com Santi, um minicurso com foco na pesquisa acadêmica sobre o Movimento Indígena.


O congresso contará ainda com apresentação de trabalhos realizada pelo acadêmico do PPGCOM da UFRR Pedro Gohl. A Profª Dra Vângela Morais em parceria com a mestranda em Comunicação Márcia Fernandes também apresentarão trabalhos no evento.


O evento

O congresso contará com oito mesas-redondas, cinco conferências, oito minicursos e 27 salas para a apresentação de 212 artigos científicos aprovados por uma Comissão Científica de 60 pesquisadores/doutores.


Com quase 500 inscritos, o 2º CCI da RedeCT avançou muito para além da sua primeira versão (de novembro de 2020) aumentando também a participação de pesquisadores e de estudantes indígenas, quilombolas, geraizeiros e de outras comunidades tradicionais.


O Prof. Dr. Nelson Russo de Moraes, coordenador da RedeCT, destaca a importância da criação de espaços de diálogos, de articulação e de cooperação para a pesquisa em todas as áreas, em especial para aquelas onde as redes se estruturam como saída viável para o fortalecimento dos trabalhos acadêmico-científicos em prol de uma sociedade mais justa e sustentável.


Confira a seguir a programação do evento.


Programação do 2º CCI da RedeCT:


Minicursos (8h às 11h30)

10/11/2021 - minicursos sobre a educação quilombola; sobre a educação indígena e, ainda, sobre gestão social na pesca artesanal;

11/11/2021 – minicursos sobre as teorias e o debate acerca da decolonialidade; sobre os movimentos dos povos indígenas e, ainda, sobre o modo de vida dos geraizeiros;

12/11/2021 – minicursos sobre aas políticas públicas para minorias e, ainda, sobre povos indígenas de Goiás (Karajás, Tapuias e Avá-canoeiros).


Mesas-redondas e conferências:

09/11/2021 (14h) – “Sementes Crioulas e Soberania Alimentar”

09/11/2021 (16h) – “Ensino, pesquisa e extensão com povos do campo, das águas e da floresta no Alto Solimões/AM”

09/11/2021 (19h) – ABERTURA DO CCI e conferência “Povos e Comunidades Tradicionais: identidade e conflitos”

10/11/2021 (16h) – “Crise civilizatória e ameaça aos povos quilombolas da Amazônia”

10/11/2021 (19h30) – “Segurança Alimentar e Nutricional par povos e comunidades tradicionais”

11/11/2021 (16h) – “Questões socioambientais e povos indígenas”

11/11/2021 (16h) – “Olhares juvenis africanos sobre o colonial e o decolonial nos estudos africanos”

11/11/2021 (19h30) – “Interculturalidade Crítica e Decolonilidade na América Ltinaa e no Brasil”

12/11/2021 (14h30) – “Do passado ao presente: narrativas d África que queremos para o amanhã”

12/11/2021 (16h) – “Mulheres do norte e práticas interculturais”

12/11/2021 (16h) – “Debate e alternativas de reterritorialização de espços rurais”

12/11/2021 (17h) – “Emergências climáticas na escala do lugar: o caso da bacia hidrográfica Aguapei/Peixe;

12/11/2021 (19h30) – “Educação, saúde e políticas públicas: experiências e desafios nas comunidades indígenas em tempos de pandemia”.


Apresentações dos trabalhos:

As 27 salas de apresentação dos 212 trabalhos aprovados acontecerão simultaneamente das 13h30 às 16h nos dias 10, 11 e 12/11, conforme programação geral.


Importante destacar que o CCI da RedeCT é anual e gerado a partir da UNESP Tupã e de uma segunda localidade em cada edição do evento. Neste ano conta-se com a UFT e a UFNT para o estabelecimento de um diálogo científico com o Estado do Tocantins e suas realidades.