• Isabella Castro Fernandes

INVESTIMENTOS Brasil surpreende ao crescer no mercado de ações em meio a pandemia


A pandemia do coronavírus deixou a maioria da população desemparada e incerta, porém, mesmo em meio da tal problemática, o mercado de investimentos no Brasil, cresceu bastante. Apenas em 2020, o total investido no Brasil por pessoas físicas atingiu o recorde de R$ 3,7 trilhão, ou seja, um crescimento de 13,4% comparado aos outros anos, de acordo com a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).


Este fato contrariou majoritariamente as previsões para esta área. Segundo dados da B3 (Brasil Bolsa Balcão), em novembro de 2020 foram registradas 3,17 milhões de novas contas, enquanto no mesmo mês em 2019, o número era de 1,6 bilhões.


Pablo Fernandes é um investidor desde o início da pandemia, e trabalha principalmente com a B3, onde se obtém diversos títulos de várias empresas que somam um pouco mais de 400 nacionais e 100 estrangeiras.

“O mercado financeiro está presente em nosso cotidiano seja em filmes, seriados, jornais, notícias, e quando houve a crise da covid-19 as incertezas desvalorizaram muitos papéis, foi aí que vi a oportunidade de investir”. Conta Pablo, de como decidiu investir na B3.


Foto: Arquivo pessoal


Mas o que é mercado de ações?


O mercado de ações são operações de compra e venda que ocorrem na bolsa de valores ou mercados de balcão, ou seja, é onde empresas de capital aberto negociam frações de seu patrimônio.


Dinheiro de pessoas físicas na bolsa brasileira


Fonte: B3, XP Investimentos


O coronavírus continua sendo atual em 2021, e Fernandes conta como está o mercado na ainda pandemia.

“O mercado é dividido por setores, muitos deles já conseguiram se destravar e avançar, porém, outros ainda sofrem um pouco por conta da pandemia, um exemplo é o setor de shoppings e empresas aéreas”. Conta o investidor.


Mesmo no atual cenário, a expectativa é que o número de investidores brasileiros na bolsa continue crescendo, com base nos dados dos anos anteriores. E isto se deve à disseminação do assunto nas redes sociais, onde muitas pessoas têm o primeiro contato com a Bolsa de Valores, despertando um possível interesse.

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