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Inclusão paraolímpica em Roraima #TaNaModa

Por: Giovanna Lima / Edição: Jaqueline Tomaz

Imagem via Ascom Sesc RR




Rafael Cordovil Barbosa tem 25 anos, e é portador de síndrome de down, apesar disso, leva uma vida como todos os outros, trabalha, estuda e pratica esportes. Ele foi um dos atletas a representar Roraima nas paraolimpíadas escolares no ano de 2013, no Estado de São Paulo.

Ele e o irmão, Gabriel, fazem esportes desde crianças, já fizeram aulas de vôlei, futebol e várias outras modalidades, mas foi na natação que eles se destacaram. De acordo com a família, desde que os irmãos eram crianças foram estimulados a se desenvolver através das atividades físicas e culturais, e o esforço coletivo resultou no destaque paraolímpico escolar no ano de 2013, onde os irmãos representaram Roraima na categoria de nado 50m livre e 50m nado de peito.

“Eu gosto muito de praticar esportes, eu faço várias coisas a tarde, depois do trabalho, e geralmente estou com o Miguel ou Gabriel”, contou ‘Rafa’, como prefere ser chamado. Os dois são irmãos mais novos de Rafael.

De acordo com o educador físico, Otávio Abdala, que trabalha diretamente com portadores de deficiência na equino terapia, a atividade física é importante para todos, mas em especial aos deficientes por auxiliar no desenvolvimento. “A principal importância, a meu ver, é a inclusão social, ou seja, a interação com os outros alunos, o conviver e o brincar, conciliando isso com o desenvolvimento físico motor”, contou.

A fisioterapeuta Nívea Figueiredo, disse que conciliar os esportes e a fisioterapia são essenciais para o desenvolvimento psicomotor de pessoas como Rafael. “A fisioterapia contribui com o movimento e consequentemente o psicológico, o fisioterapeuta tem como missão a recuperação de nossos movimentos através de condutas elaboradas de acordo com a necessidade de um paciente, atua também na prevenção de doenças ocupacionais e lesões desportivas. Com a fisioterapia podemos intervir no relaxamento mental e diminuição do estresse e sentimentos negativos, possibilitando assim, o equilíbrio emocional e motor”, explicou.


EM BOA VISTA— A Universidade Estadual de Roraima (UERR) promove no próximo dia 21 o festival paralímpico, em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

O evento reunirá crianças com e sem deficiência física que estejam devidamente matriculados nas redes públicas ou privadas em Boa Vista, para disputar as modalidades de goalball, voleibol sentado e bocha adaptada.


Foto divulgação

Vinícius Denardin, professor de educação física da UERR e coordenador do evento, afirmou que o objetivo é promover a inclusão entre as crianças. “Esperamos promver a inclusão de crianças com algum tipo de deficiência, seja física, intelectual, visual ou auditiva, nas atividades esportivas”, contou o professor.

No mesmo local, a UERR está inaugurando o Centro de Referência Paralímpica de Roraima (CEAE), também atuando em parceria com o CPB, ofertarão no local atividades recreativas de iniciação esportiva durante todo o ano. As aulas serão às quartas e sextas-feiras, para pessoas com deficiência com idades entre 12 e 45 anos, totalmente gratuitas.

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