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Grande risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya em Boa Vista.


O número contribui para o valor médio do índice de Infestação Predial no município de 13,1% (Foto: Semuc PMBV)


Boa Vista apresentou um alto índice, de 13,1%, para transmissão da dengue, zika e chikungunya, segundo informação divulgada pela Secretária Municipal de Saúde (SMSA), com base no resultado da pesquisa de Levantamento de Índices Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) ocorrido no mês de junho.


A ação tem como objetivo controlar a disseminação do mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. A pesquisa foi realizada em 6.511 imóveis de Boa Vista, e destes, 850 residências apresentaram positivo para larvas do gênero Aedes.


O número contribui para o valor médio do índice de Infestação Predial no município de 13,1%, classificando em alto risco para transmissibilidade das doenças. Um total de 98,6% que testaram positivo para larvas da doença correspondem a residências e comércios, e outros 1,4% a terrenos baldios.


BAIRROS - O estudo aponta ainda que não houve bairros considerados com baixo risco, diferente de 2019. 51 bairros foram classificados com alto risco e apenas três com médio. Entre os bairros de alto risco estão Operário, Canarinho, Araceli, Distrito Industrial, 31 de março, São Bento, União e outros. Os de médio risco estão Olímpico, Alvorada e Centro.


Agentes vão atuar no Canarinho, União, São Bento e Santa Luzia


A prefeitura reforça à população a importância de receber os agentes da Secretaria Municipal de Saúde em casa para ajudar a eliminar os possíveis criadouros. Esta semana as ações estão concentradas nos bairros Canarinho, União, São Bento e Santa Luzia.


“Os agentes estão diariamente em atividades de bloqueios com educação em saúde, eliminação de criadouros e tratamento, quando necessário, em casos notificados de dengue, zika e chikungunya”, completou a PMBV.


O trabalho de rotina dos agentes é visitar domicílios, eliminar focos e remover reservatórios, com a ajuda do morador. Em casos notificados e confirmados de dengue, os agentes ainda realizam o bloqueio de transmissão com a bomba costal motorizada.


A Prefeitura alerta ainda que o lixo doméstico é um dos principais focos do Aedes nas residências. Em seguida, depósitos móveis (vasos, frascos, pratos, pingadeiras e bebedouros); depois vem pneus e outros materiais rodantes, depósitos como barril, tanque e poços, entre outros.


“Para reduzir a incidência da doença a população deve ser consciente e contribuir eliminando água parada, tampando tambores, poços e cisternas e reservatórios de água”, completou.


FUMACÊ – O controle químico com aspersão de inseticida conhecido como fumacê é aplicado sempre nas áreas mais críticas e é realizado pelas equipes da Secretaria Estadual de Saúde, conforme cronograma repassado pelo município.


Fonte: Folha Web

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